LIPOVETSKY GILLES.A FELICIDADE PARADOXAL PDF

Nigis It successfully reinforces individual pleasure and private consumption as privileged expressions of contemporary happiness. Paradoxa Ben Hadj Abdallah rated it it was ok Oct 25, And it is in this combination of health and beauty that the imperative of self-esteem can be delineated: And in the current context, with its neoliberal tendencies, this conquest can only be made by autonomous individuals. Regardless of the plausible criticism of this concept of happiness originated in positive psychology, the awareness of its dissemination and use by companies and brands, as well as citizens in general, is more than enough reason for it to be of interest in our attempt to understand how happiness has been represented in Advertising and if and lipoveteky such representations display the elements described above. Goodreads helps you keep track of books you want to read.

Author:Dogor Douzuru
Country:Jordan
Language:English (Spanish)
Genre:Finance
Published (Last):16 January 2008
Pages:496
PDF File Size:20.14 Mb
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ISBN:511-5-38666-822-4
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Nela tambm se apresentam fatores ticos de contraposio ao ps-dever incrustado na tendncia ps-moralista preponderantemente de prazer. Isso foi levantado, nos meados do sculo XX, pela idia consumista e seu incentivo pela prevalncia do ter. Por conseqncia, esse contexto carrega o sentimento de felicidade.

Est-se diante da sociedade hedonista[3]. O autor aborda tendncias moralizantes, principalmente na seara do comportamento sexual. Muitos dos comportamentos aceitos como normais, apenas efetuados pelos homens, so, agora, praticados pelas mulheres e constituem objeto de tutela jurdica, podendo chegar s portas dos tribunais.

Outro aspecto importante est focalizado na fidelidade, cada vez mais essencial, ao contrrio de tempos passados, em que a infidelidade no casamento afirmava a idia de liberdade no sexo. Tudo isso so marcas de um atual individualismo politicamente correto[4]. A moral individual so deveres para si mesmo. Essa moral convoca a idia tpica do sculo XVIII de dignidade humana, reforando primeiramente os deveres para consigo e afasta condutas consideradas imorais como o suicdio, a preguia Ou seja, visa ao aperfeioamento pessoal, realando a autonomia individual.

Ainda se encontra salientado que essa autonomia no autoriza atitudes sem restries, pois isso implica restries ticas restabelecidas sob a gide da normatizao da tica individualista. O autor continua nessa linha de viso em discusses concernentes ao Direito eutansia, transexualidade, ao comrcio de rgos e do corpo, higiene e esttica do corpo, ao desempenho esportivo, ao uso de produtos nocivos e ao trabalho disciplinado, alm de outras questes derivadas desses temas.

As novas democracias esto baseadas no amor prprio, deixando os sentimentos de altrusmo das pocas passadas. A moral estabelecida no contm sanes nem obrigaes, pelo contrrio, objetiva estruturar o individualismo hedonista-democrtico.

A moral aqui indolor, pois encarnada no tempo presente e conforme o desejo de seus seguidores. Ela tambm faz parte de um show de comunicao, quando veiculada pelos meios miditicos. Isso implica uma benevolncia no vinculativa e distante, nada que ocupe e se torne um peso para o ego.

Uma outra demonstrao encontra-se na beneficncia miditica compositora de uma nova forma de consumo. Outro aspecto destacado a configurao econmica, ela criou uma nova forma de racismo, diferente da passada. No mais a cor da pele ou a religio, a origem do estmulo do racismo est vinculada s correntes migratrias relativas economia. O trabalho, na poca industrial, estimulava-se pela Moral; era uma questo de dever moral, pois consistia no movimento contra a preguia, ou seja, a propaganda estava concentrada na exaltao do trabalho e na depreciao do cio.

Aqueles considerados indolentes eram depreciados em relao ao modelo de virtude, constitudo pela imagem do trabalhador mais produtivo. O sentido da propaganda estava nucleado no estmulo produo. Por bvio que essa poca foi substituda pela concepo de felicidade no s no lazer, mas no trabalho. Para no perder o estmulo ao trabalho e causar prejuzo produo, as empresas estabelecem normas morais de relacionamento e de conduta diante da produo.

Em suma, o trabalho deixou de ser dever moral com a sociedade e foi ligado satisfao pessoal, ao reconhecimento profissional de um plano de carreira para o futuro. Os efeitos do neo-individualismo esto presentes na seara do trabalho com sentimento de mais direitos e menos deveres. Por conseguinte, um mnimo considervel de trabalhadores tem faltado ao emprego sem justificativa ou com atestados mdicos forjados.

A existe o confronto entre o individualismo responsvel, incutidor de regras morais e o irresponsvel, aquele que busca fugir das regras responsabilizantes: justamente esse que est a influir na desmoralizao do trabalho.

Outra observao interessante do autor a edificao ps-nacional relacionada ao espao da Unio Europia de adeso condicionada pelo aumento do bem-estar e da satisfao com o consumo, com relaes sociais, com viagens pelo continente etc. A renovao tica acontece no sentido de recuperar parmetros perdidos com a falta de paradigmas.

No entanto, essa renovao liberta-se do peso da antiga idia de tica, para adotar o modelo inteligente de tica que busca uma medida justa poca histrica e s circunstncias de fato. Diante disso, surgem questes como a conscincia verde, a biotica e tudo aquilo vinculado s novas tecnologias na conscincia humana.

Logo, o tema sobre a mdia o quarto poder surge nas linhas subseqentes, pois ao invocar a tica no meio miditico, conjuntamente se encontram os efeitos que essa tica est a provocar na relao da mdia com os seus profissionais e demais indivduos. Simultaneamente cresce a imprensa sensacionalista, surgem matrias de pouca qualidade, escndalos e imagens de todo o tipo. Os dois lados da moeda miditica se apresentam no mesmo espao.

O avano da tica atinge o mundo dos negcios, j com a concepo de responsabilidade social da empresa. Isso notrio na forma como a empresa lida com o mundo de hoje, pois a organizao moderna era cercada pelo anonimato, disciplina, tecnocracia e mecanicismo, enquanto a empresa ps-moderna busca divulgar mensagens de sentido e valor humano[5].

Essa tica, nesse momento, caracteriza-se por configurar um bom negcio, perfazendo-se em uma tica instrumental. A atuao tica da empresa est ligada ao seu produto e ao consumidor-alvo. Isso significa admitir a existncia de uma tica completamente endereada propaganda capacidade de comunicao. No entanto, fica a destacada uma atuao tica desenvolvida em todas as dimenses culturais.

Em suma, o autor destaca essa nova tendncia eticizante como adjetivadora da sociedade ps-moralista. Lthique indolore des nouveaux temps dmocratiques, ditions Gallirmard, Pleiteamos, claro, o respeito tica, contanto que isso no demande a imolao de ns mesmos ou um encargo de execuo rdua.

Esprito de responsabilidade, sim; dever incondicional, no! Aps o ritual mgico do dever demirgico, eis a fase do minimalismo tico. A sociedade ps-moralista. O crepsculo do dever e a tica indolor dos novos tempos democrticos. Armando Braio Ara. Barueri: Manole, Tambm o individualismo ps-moralista fabrica regras que embora menos moralizantes, menos draconianas, menos seguras de si, nem por isso deixam de articular e organizar.

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O Império do Efêmero – Gilles Lipovetsky

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LIPOVETSKY,_Gilles._A_felicidade_Paradoxal-_ensaio_sobre_a_sociedade_de_hiperconsumo [OCR]

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Livro: A Felicidade Paradoxal (pdf)

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